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		<title>XX FITUV</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 16:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eulisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Viseu, Senhora da Beira&#8230; Viseu é uma cidade de grande significado para a Estudantina Universitária de Lisboa, além da amizade que une a EUL à Infantuna Cidade de Viseu, há bastantes elementos originários da Senhora da Beira, o que torna a visita sempre especial. As comitivas começaram a partir para … <a href="http://www.estudantinadelisboa.com/http:/www.estudantinadelisboa.com/"> Continue reading <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
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<p id="internal-source-marker_0.502000825246796" dir="ltr"><em><strong>Viseu, Senhora da Beira&#8230;</strong></em></p>
<p dir="ltr">Viseu é uma cidade de grande significado para a Estudantina Universitária de Lisboa, além da amizade que une a EUL à Infantuna Cidade de Viseu, há bastantes elementos originários da Senhora da Beira, o que torna a visita sempre especial.</p>
<p dir="ltr">As comitivas começaram a partir para o festival desde o início da semana, aliadas no sonho de um fim-de-semana de grande diversão e convívio, que nem a chuva ou o frio poderiam impedir, com instrumentos e trajes prontos para serem usados a rigor. Após uma semana de ensaios com preparação de um espectáculo visual e algumas surpresas dedicadas à cidade de Viseu, a Estudantina fez-se ao caminho na sexta-feira – quais intrépidos caminhantes por entre a névoa da auto-estrada, isto exigia uma paragem para jantar e retemperar forças. O destino foi: Santarém. Numa muito animada e conhecida (da maior parte) taberna, fez-se o jantar com alguns elementos da comitiva, por entre músicas e petiscos, bem regados e animados, aproveitou-se o tempo também para matar saudades de alguns elementos da Scalabituna que prontamente convergiram ao local. Mas o caminho ainda era longo até Viseu, apesar de alguém comentar que era “já ali em cima”, ficaram as promessas de regressar em breve e continuar a festa.</p>
<p dir="ltr">Com alguns a adormecerem confortavelmente dentro dos carros e entre música que cortava nevoeiro, eis que a EUL finalmente chega a Viseu, todas as comitivas sãs e salvas e prontas para festejar. E a festa já ia alta como seria de esperar, o grupo mais adiantado já levava dias de avanço e estava bem acompanhado por EULianos de Viseu, que os receberam  de braços abertos e com disposição para festejar. A noite foi, como será fácil de perceber, facilmente transportada para as madrugadoras horas da manhã, primeiro festejada no Ice Club e terminada com um pequeno-almoço revigorante, para acalmar o estômago antes das poucas horas de sono que iam haver. Antes disso houve obviamente direito a banho matinal para alguns, de modo a limpar impurezas e a dar um gosto do frio beirão.</p>
<p dir="ltr">A manhã de sábado começou assim bastante cedo, com uma recepção na Câmara Municipal de Viseu, pelo próprio Presidente da CMV, elementos da Infantuna e das restantes tunas convidadas. Não seria caso para menos, 20 edições do FITU de Viseu, como os próprios anfitriões disseram, um cartaz de tunas ao nível da situação e uma cerimónia a condizer. Com direito a uma música para animar a recepção, a EUL tocou o seu hino “Vivá Paródia”. Seguia-se o almoço e a consequente animação, com a Estudantina a participar, tocando e cantando com todos os que se lhe juntavam. Ainda houve espaço para algumas praxes e brincadeiras com elementos da Infantuna, não esquecendo os laços que unem as duas tunas.</p>
<p dir="ltr">A tarde estava reservada para o desfile pelas ruas da cidade, sempre um momento de animação constante e alegria para as pessoas que podem ouvir as tunas desfilar e cantar nas suas ruas, mas dado o estado do tempo e a ameaça de chuva, foi cancelado o desfile e improvisou-se desde logo um plano para passar a tarde. Se alguns por certo diziam a si próprios que o melhor seria ir dormir uma sesta, o plano não foi nada de acordo com isso. Um rally-tascas com a Infantuna, por algumas das tascas da cidade, tocando e cantando. Mas como já sabemos, alguns planos nunca seguem de acordo com aquilo que está planeado. Alguns elementos da EUL efectivamente participaram desta festa, enquanto que outros se conseguiram perder nas ruas da cidade à procura do local onde os outros se encontravam. Não foi isto que desanimou as hostes obviamente, aproveitou-se o tempo para um corte de cabelo a um dos candidatos, que tinha mais cabelo do que altura, ficando então com um cabelo digno da sua estatura e da sua alcunha. Mais hora menos hora, lá nos encontrámos todos finalmente num dos pontos de paragem do rally-tascas improvisado – já com reforços chegados de lisboa e prontos para ajudar à festa. Já a festa ia alta quando chegou a hora de pensar em ir jantar, calmamente, para depois nos prepararmos para ensaiar e ir a palco. À hora de jantar chegaram os últimos reforços vindos de Lisboa, desejosos de começar logo a festejar e aproveitar o que os restantes já tinham aproveitado desde a noite anterior. Sucederam-se os inevitáveis “ontem fez-se isto e aquilo”, “devias ter cá estado!” e a boa-disposição imperava no grupo.</p>
<p dir="ltr">A EUL preparava-se assim para regressar ao palco em Viseu, cidade especial para todos nós, um regresso em família e amigos, com muitas pessoas amigas e familiares no público a apoiar. Em palco apresentados a meias por um já habitual Estudantino e um Candidato, que diz-se é da terra mas há quem diga que é Suíço, a EUL cumpriu com afinação e postura a sua actuação, pecando talvez por faltar alguma energia. Estreou-se um novo solista no “Velho Lobo do Mar” que cumpriu sem mácula esta tarefa e o nosso Candidato apresentador arrebatou o coração das mulheres da sua vida, dedicando-lhes a serenata “Balada dos Anzóis” – portanto há sempre um saldo positivo a retirar de uma actuação menos enérgica.</p>
<p dir="ltr">A noite prosseguiu em festa no bar Reitoria, onde os vizinhos do 1º andar insistiam em contribuir para a pluviosidade do local, ganhando rapidamente vários fãs entre os EULianos e não só. Entre a festa que ia ficando sempre melhor, foi altura de ir a palco para a entrega dos prémios e ainda ir a tempo de ver a actuação da Infantuna, sempre em grande nível e terminando com “Viseu Senhora da Beira”, para um auditório que estava esgotado, todo a cantar de pé com a tuna anfitriã este hino da cidade. Dos prémios a EUL trouxe para Lisboa, o prémio de 2ª Melhor Tuna e Melhor Serenata.</p>
<p dir="ltr">Seguiram-se, numa fonte da cidade, as cerimónias de passagem a Caloiro e a Estudantino de alguns elementos, uns que são agora acolhidos na Família da EUL e outros que chegam ao seu pleno de Estudantinos, a todos eles Muitos Parabéns e que se orgulhem e nos façam a todos orgulhar da sua presença no nosso grupo.</p>
<p dir="ltr">A festa prosseguiu para alguns ainda no Ice Club, que decidiram festejar de novo até de madrugada, pois a ocasião assim o exigia. Sempre bem-dispostos e à altura daquilo que nos une, lá regressámos à residencial, satisfeitos e também exaustos – Viseu tinha sido espectacular!</p>
<p dir="ltr">No domingo houve ainda tempo para almoçar na já habitual Cantina do Hospital de São Teotónio, acolhidos pela Infantuna e agraciados com alguns presentes de última hora que rimam com Dão. Muito bem-dispostos e felizes, sem grande pressa de fazer a viagem e ainda a disfrutar da hospitalidade da Senhora da Beira, os EULianos começaram a preparar-se para regressar a Lisboa, por certo de alma quente, um sorriso no rosto e a vontade de regressar para o ano que vem, a esta cidade que tão bem nos acolhe e tanto significado tem para nós, bem como para fortalecer os laços que unem a EUL e a Infantuna.</p>
<p dir="ltr">Muito obrigado à Infantuna pelo convite para esta edição do seu festival, muito obrigado às nossas guias, aos nossos amigos e amigas que se deslocaram para nos ir ver e a todos os elementos da EUL que fizeram também eles deste fim-de-semana uma óptima memória.</p>
<p>Bom Natal a Todos!!!</p>
</div>
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		<title>VII Noites de Baco &#8211; Festival da TinTuna</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 16:34:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eulisboa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Noites de Baco… O alvo estava definido já há algum tempo: Regresso aos festivais, a convite da TinTuna, para participar na VII Edição do seu festival. Nas trincheiras dos ensaios, onde se lutava com afinco para deixar tudo no ponto, já se sentia no decorrer da semana aquele burburinho habitual, … <a href="http://www.estudantinadelisboa.com/http:/www.estudantinadelisboa.com/"> Continue reading <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
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<p id="internal-source-marker_0.0976003990508616" dir="ltr"><strong><em>Noites de Baco…</em></strong></p>
<p dir="ltr">O alvo estava definido já há algum tempo: Regresso aos festivais, a convite da TinTuna, para participar na VII Edição do seu festival. Nas trincheiras dos ensaios, onde se lutava com afinco para deixar tudo no ponto, já se sentia no decorrer da semana aquele burburinho habitual, a sensação de convívio e animação durante o festival, mas também a responsabilidade de ir a palco e dar um bom espectáculo.</p>
<p dir="ltr">Posto isto, foi com um brilhozinho nos olhos e música de calibre beirão no carro, que alguns estudantinos, caloiros e candidatos se dirigiram à margem sul para a afamada festa de sexta-feira na Egas Moniz, onde o cartaz prometia nada mais que animação. Eis que após algumas voltas, completamente propositadas, por rotundas e estradas que nada tinham a ver, demos por nós no local da festa e esta, que já ia longa, parecia acolher-nos com grande vontade. Se é necessário uma reportagem a dizer quantas cervejas foram ingeridas ou músicas “estranhadas” foram coreografadas, não será esta. O importante a realçar é que a festa foi feita à moda da EUL, entre abraços e afirmações de “ai que saudades que eu tinha disto!!!”, rever amigos, sem nunca esquecer algumas praxes também e inclusivamente testar os elevadores da faculdade – esses que parecem sempre um mecanismo de faculdades incríveis quando estamos em festa. A noite foi ganha por todos e os últimos resistentes abandonaram as instalações já a noite ia longa, sendo que o dia seguinte prometia a muitos níveis.</p>
<p dir="ltr">Em festivais em Lisboa e arredores perde-se sempre aquela componente de ficar nos locais que as tunas anfitriãs nos designam, das pensões com donos estranhos aos locais de gente puramente simpática, perde-se a viagem do grupo de local em local mas ganha-se algum vigor numa noite bem dormida. O dia de Sábado começou cedo, logo após o almoço quando alguns elementos da EUL começaram a chegar à Egas Moniz, entre as histórias de “ontem” e os cafés que se iam bebendo, começou a juntar-se a malta para um soundcheck que havia de chegar e um ensaio posterior que exigia concentração. Como de regressos se fez este festival, não só o regresso da EUL aos festivais foi importante, contando-se entre os presentes o nosso BD, membro da EUL e da tuna organizadora, que poucas vezes nos pode dar o gosto da sua companhia.</p>
<p dir="ltr">Soundcheck feito e a necessidade surge de uma sala para ensaiar, raras serão as vezes que o soundcheck é um espelho da actuação, serve quase só para perceber se as pessoas que fazem o som nos vão ligar alguma coisa ou fazer por elas próprias o que bem entenderem, bem como para o ensaiador ou pessoa responsável, tomar o pulso à qualidade musical no momento. Por esta hora já grande parte dos EULianos estavam presentes, o grupo começava a animar cada vez mais, piadas e boa-disposição, mas também a garantia de que havia gente para poder ensaiar a actuação, com acerto e qualidade. No meio de tudo isto houve tempo para ir jantar, cantar umas (muitas) músicas para animar a mesa e quem nos rodeava e com muita calma, juntar o grupo e dar retoques finais na actuação que íamos ter.</p>
<p dir="ltr">Por esta hora já só se viam pormenores, sentindo-se aquela alegria sincera por estar de volta a um palco, todos juntos, gerações recentes e gerações mais antigas, unidas naquilo que é a nossa família da EUL. A actuação em si foi bastante segura e com vários momentos bonitos, pormenores de gente a estrear-se a fazer coreografias, boa-disposição e animação; notava-se nos sorrisos em palco. Esse é sempre o melhor sinal que se pode ter. Saídos de palco, continuou a festa cá fora na entrada, onde obviamente havia um pequeno bar para matar a sede, com muita música à qual se juntaram amigos e amigas. Durante largos minutos a actuação continuou ali naquela entrada, esse é um dos valores básicos deste grupo, animação onde quer que seja.</p>
<p dir="ltr">Interrompendo esta festa só mesmo com dois dos elementos a serem chamados a palco para a entrega de prémios, da qual com muito orgulho trouxemos para casa: Melhor Instrumental, Melhor Solista e Melhor Tuna. Parabéns a todos, pelo trabalho e esforço!</p>
<p dir="ltr">Já a noite ia alta quando o festival em si acabou, o que não foi sinónimo da festa acabar, muito pelo contrário, para bastantes elementos da EUL, a festa tinha acabado de começar e os mais resistentes consta que foram vistos a abandonar as instalações já o sol raiava, depois de mais uma noite de muita diversão e em óptima companhia uns dos outros.</p>
<p dir="ltr">Por falar em óptima companhia, um muito obrigado às nossas “guia-doras”, Joana e Cátia, pela sua simpatia e a sempre presente disponibilidade para nos ajudar. Obrigado também à Tintuna pelo convite feito e por nos ter recebido na sua casa. E a todos os que nos foram ver e apoiar, sempre presentes e efusivos no seu apoio, obrigado também!</p>
<p dir="ltr">Para o ano há mais e entretanto vamos chegar à bela cidade de Viseu, no início de Dezembro.<br />
Aiiii que festa que vai ser!!!</p>
<p dir="ltr">Até à próxima!</p>
<p dir="ltr">Gonçalo “Búfalo” Mendonça</p>
</div>
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		<title>Um sonho&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 20:39:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>eulisboa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um Sonho&#8230; Todos os sonhos começam assim! Uma ideia, um complemento, uma esperança e um crescendo de vontade fazem com que os pensamentos se construam rapidamente numa ambição de fazer, de ter, de criar, de inventar ou re-inventar aquilo que nunca foi feito ou é inovador. A Estudantina assim foi criada e assim … <a href="http://www.estudantinadelisboa.com/http:/www.estudantinadelisboa.com/"> Continue reading <span class="meta-nav">&#8594; </span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Um Sonho&#8230;</strong></em></p>
<p>Todos os sonhos começam assim! Uma ideia, um complemento, uma esperança e um crescendo de vontade fazem com que os pensamentos se construam rapidamente numa ambição de fazer, de ter, de criar, de inventar ou re-inventar aquilo que nunca foi feito ou é inovador. A Estudantina assim foi criada e assim se mantêm na sua essência.<br />
Foi naquele longínquo ano de 1992 que nascia uma Tuna com uma imensa vontade e energia de mudar o mundo. E tem sido assim que ela se tem mantido. Bem ou menos<br />
bem, o grupo tem-se mantido coeso, dinâmico, empenhado na construção de um ideal de funcionamento fracturante com os habituais desígnios e moldes rígidos daquilo que<br />
muitas vezes é uma verdade instituída.</p>
<p>Criar, recuperar, renovar com diferentes estratégias de abordagem, seja em parcerias, seja em fenómenos de solidariedade, são ainda assim premissas importantes no nosso<br />
dia-a-dia. Quem não se recorda dos nossos três álbuns editados; das dezenas de actuações em quase todos os palcos nacionais (desde a aldeia mais recôndita até as salas mais<br />
importantes do pais); dos convívios com a nossa muito querida Madrinha Amália Rodrigues; das partilhas musicais em palco com Rui Veloso, Fernando Tordo, Kátia<br />
Guerreiro, Luis Damas; do espectáculo temático dedicado aos Descobrimentos; do renovador e elevado espectáculo de &#8220;Macau&#8221;; das pequenas e grandes memórias<br />
impressas nos milhares de pessoas que já nos viram em palco; da representatividade da nossa cidade-Lisboa-por esse mundo fora (Brasil, Canadá, Marrocos, Suíça, França,<br />
Espanha, Suécia, Inglaterra, Alemanha); do irmanamento com a Tuna Veterinária de Leon; do nosso festival de tunas Olisipo; das participações com Orquestras e coro Stella<br />
Vitae; dos natais de prendas oferecidas ao Hospital D.Estefânia; de um sem fim de memórias individuais e colectivas que hoje são indeléveis.</p>
<p>São 20 anos quase a cumprir!<br />
São 20 anos que irão ser comemorados com muita saudade, revivalismo e com o coração cheio de pequenas e grandes histórias para contar. As celebrações oficiais serão<br />
um corolário daquilo que fomos, somos e pretendemos ser no futuro. É muito tempo, são muitas horas, são muitos minutos e segundos vividos e<br />
aproveitados, que hoje se renovam. Nesta linha de orientação, a criação da Associação Estudantina de Lisboa, veio dar enquadramento a aquilo que se pretende para mais 20<br />
anos de Estudantina: renovação, inovação e versatilidade! Queremos mais e melhor, queremos que muita vontade se expresse em muita dádiva,<br />
queremos dar um salto que coloque a Estudantina numa referência social!</p>
<p>Parabéns e mãos à obra!</p>
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